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| Imagem: santos TV |
Após invasão do CT e ameaças, atacante do Santos pede para deixar o time
O atacante Guilherme, principal artilheiro do Santos na temporada, pediu para deixar o clube após ser alvo de ameaças durante a invasão do CT Rei Pelé por torcedores organizados na última terça-feira (19). A situação se agravou com cobranças agressivas da torcida, deixando o jogador abalado e decidido a buscar uma transferência.
O que aconteceu no CT Rei Pelé
Na tarde de terça-feira, torcedores organizados do Santos invadiram o CT, quebrando um portão de acesso e entrando no estacionamento onde os jogadores param os carros. Durante o protesto, os manifestantes usaram rojões e entoaram cânticos contra os jogadores e a diretoria. Em determinado momento, os invasores conversaram diretamente com os atletas, em tom de ameaça. Guilherme foi xingado e alvo de pedidos para deixar o Alvinegro Praiano.
Veja mais da invasão ao CT
Segundo informações do jornalista Wagner Frederico, Guilherme está abalado emocionalmente e considera deixar o Santos. Uma pessoa chegou a afirmar: "Se eu tivesse um revólver, atiraria em você", evidenciando a gravidade das ameaças recebidas pelo jogador.
Números de Guilherme em 2025
Apesar da pressão e das críticas, Guilherme se destacou como o principal goleador do Santos na temporada. Até o momento, ele marcou 13 gols em 30 jogos pelo clube, superando Neymar como destaque no ataque. Seu desempenho inclui uma média de 1 gol a cada 2,3 jogos, evidenciando sua importância para o time.
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| Imagem: santos TV |
Situação atual e futuro incerto
Após o episódio de invasão e ameaças, Guilherme não foi relacionado para o jogo contra o Bahia, marcado para este domingo (24), e está em processo de recuperação emocional. A diretoria do Santos tem trabalhado para dar apoio ao jogador, mas a situação permanece delicada.
O futuro de Guilherme no Santos está indefinido, e o clube pode considerar uma transferência caso surja uma proposta vantajosa. A situação reflete a pressão enfrentada pelos jogadores em momentos de crise e a necessidade de apoio institucional e emocional para lidar com tais adversidades.
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