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Mirassol atropela São Paulo e amplia crise tricolor com goleada por 3 a 0

Mirassol atropela São Paulo e amplia crise tricolor com goleada por 3 a 0 O São Paulo vive um de seus momentos mais preocupantes na temporada. Em mais uma atuação sem brilho e sem reação , o Tricolor foi dominado e goleado por 3 a 0 pelo Mirassol , neste domingo, pela 29ª rodada do Brasileirão . O resultado aumenta ainda mais a pressão interna e escancara uma fase alarmante: são sete derrotas nas últimas oito partidas . Gol relâmpago, Lei do Ex e pênaltis fatais A derrota começou antes mesmo do São Paulo tocar na bola. Com apenas 35 segundos de jogo , Alesson aproveitou cochilo da defesa e abriu o placar. O Tricolor sentiu o golpe e não conseguiu reagir. Pouco depois, a famosa Lei do Ex entrou em ação: Reinaldo , ídolo por anos no Morumbi, ampliou de pênalti — e comemorou como se nunca tivesse vestido a camisa tricolor. No segundo tempo, foi a vez de Carlos Eduardo converter mais uma penalidade e decretar a goleada. Estatísticas que revelam o problema: posse sem agressividade A...

Lautaro diaz brilha: Santos domina, vira o jogo contra o RB bragantino mas cede empate no final



Santos joga bem, vira contra o Red Bull Bragantino, mas cede empate no final


O Santos deixou escapar uma vitória importantíssima fora de casa ao empatar em 2 a 2 com o Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista. A equipe de Juan Pablo Vojvoda mostrou amadurecimento tático, personalidade e poder de reação, mas uma falha defensiva nos minutos finais impediu o Peixe de conquistar três pontos que mudariam o cenário na tabela.

O duelo começou com o roteiro que todo torcedor conhece bem: a lei do ex. Aos 30 minutos do primeiro tempo, Lucas Barbosa, revelado no Santos, aproveitou uma das raras chegadas do Bragantino e abriu o placar. Até então, o time da casa havia finalizado apenas uma vez com real perigo, e esse lance terminou no gol.

Apesar do revés inicial, o Santos já demonstrava superioridade. Com 60% de posse de bola e boa circulação entre os setores, a equipe impôs mais volume, rodou o jogo pelos lados e construiu aproximações constantes à área adversária. O Bragantino, por outro lado, apostava em transições curtas e resistia com linhas recuadas.


📷 produção/SFC

Reação santista e domínio nas ações

O segundo tempo marcou o início da retomada santista. Com intensidade e posicionamento agressivo, o Peixe passou a transformar estatística em produtividade. O time finalizou 18 vezes ao longo do jogo, contra apenas 8 do Bragantino, e acertou 7 chutes no gol, mostrando presença ofensiva e construção de jogadas bem definidas.

Sob o comando de Juan Pablo Vojvoda, o Santos já demonstra uma mudança clara de postura e identidade. O treinador ainda não perdeu desde que assumiu e conseguiu dar ao time uma organização que antes não se via, principalmente fora de casa — onde o Peixe sofria com atuações frágeis e pouca competitividade. Com marcação mais coordenada, posse consciente e transições bem trabalhadas, a equipe passou a competir melhor e reagir dentro das partidas, algo que não acontecia nas rodadas anteriores.

Aos 56 minutos, veio o empate com protagonismo absoluto de Lautaro Díaz. O atacante apareceu bem dentro da área, atacou o espaço após troca rápida de passes e completou para o fundo do gol, deixando tudo igual. O gol animou o time e aumentou a confiança.

📷 produção/SFC


A virada saiu apenas quatro minutos depois, aos 60 minutos, novamente com participação direta de Lautaro. Ele fez uma roubada de bola no meio-campo, acionou rapidamente Ángel Barreal, que ganhou na velocidade e finalizou com precisão para virar o jogo. A jogada reuniu intensidade, leitura tática e execução rápida — tudo que a equipe buscava desde o início da partida.


Lautaro Díaz: atuação de líder técnico

O que se viu foi a melhor atuação de Lautaro Díaz com a camisa do Santos. Com um gol e uma assistência, ele foi o nome da partida e simbolizou a postura coletiva da equipe. Participativo, pressionando a saída adversária e conectando transições ofensivas, ele comandou a reação santista tanto com a bola quanto sem ela.

Além disso, a dupla com Ángel Barreal funcionou muito bem, alternando diagonais, movimentação entre linhas e recomposição rápida. O gol da virada nasceu justamente de uma ação combinada entre os dois.

Mesmo com o controle das ações, o Santos voltou a sofrer com um problema recorrente: a falta de eficiência para definir o jogo. O time criou mais que o Bragantino, manteve a posse (60%), trocou 502 passes com 86% de acerto e venceu a maior parte das disputas no meio-campo, mas não transformou o domínio em vantagem definitiva.


Gol no fim e frustração na tabela

Quando a vitória parecia encaminhada, o Santos falhou novamente em um momento-chave. Aos 77 minutos, o zagueiro Pedro Henrique aproveitou uma jogada aérea e empatou o confronto. O único escanteio real de perigo do Bragantino no segundo tempo se tornou o gol que definiu o placar final.

As estatísticas finais reforçam a superioridade santista:

  • 18 finalizações x 8
  • 7 chutes no alvo x 2
  • 60% de posse x 40%
  • 502 passes x 338
  • 86% de acerto nos passes x 76%
  • 7 escanteios x 5
  • 2 grandes chances criadas x 1

Com o empate, o Santos chegou a 27 pontos e permanece em 16º lugar, apenas uma posição acima da zona de rebaixamento. Já o Red Bull Bragantino ocupa a 9ª colocação, com 32 pontos.

Os resultados da rodada não ajudaram o Peixe: Vasco e Atlético-MG venceram, enquanto Internacional e Juventude empataram, mantendo o cenário de alerta. A vantagem santista para o Z4 é de apenas cinco pontos, e cada rodada ganha contorno decisivo.

Na próxima quarta-feira, o Santos enfrenta o Grêmio, em mais um jogo direto na luta para ganhar fôlego na tabela e consolidar a evolução iniciada sob Vojvoda, que segue invicto no comando.


📎 Fonte:

Sofascore / OneFootball / Globo Esporte (estatísticas e acompanhamento em tempo real).

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