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Mirassol atropela São Paulo e amplia crise tricolor com goleada por 3 a 0

Mirassol atropela São Paulo e amplia crise tricolor com goleada por 3 a 0 O São Paulo vive um de seus momentos mais preocupantes na temporada. Em mais uma atuação sem brilho e sem reação , o Tricolor foi dominado e goleado por 3 a 0 pelo Mirassol , neste domingo, pela 29ª rodada do Brasileirão . O resultado aumenta ainda mais a pressão interna e escancara uma fase alarmante: são sete derrotas nas últimas oito partidas . Gol relâmpago, Lei do Ex e pênaltis fatais A derrota começou antes mesmo do São Paulo tocar na bola. Com apenas 35 segundos de jogo , Alesson aproveitou cochilo da defesa e abriu o placar. O Tricolor sentiu o golpe e não conseguiu reagir. Pouco depois, a famosa Lei do Ex entrou em ação: Reinaldo , ídolo por anos no Morumbi, ampliou de pênalti — e comemorou como se nunca tivesse vestido a camisa tricolor. No segundo tempo, foi a vez de Carlos Eduardo converter mais uma penalidade e decretar a goleada. Estatísticas que revelam o problema: posse sem agressividade A...

Willian Arão no Santos: 1 milhão por mês, menos de 10 minutos jogados — e a diretoria vai pagar caro!


Willian Arão no Santos: 1 milhão por mês, menos de 10 minutos jogados  — e a diretoria vai pagar caro! 💸⚠️

O Santos apostou alto em Willian Arão, volante de 33 anos, ex-Panathinaikos, contratando-o até dezembro de 2026, com cláusula de renovação automática. Mas até agora a aposta parece um desastre financeiro e esportivo.

De herói na Grécia a fiasco no Brasil
No Panathinaikos, Arão jogou 44 de 55 partidas, 3.325 minutos, marcou 4 gols e conquistou a Copa da Grécia 2023–24. Nada mal, certo? Então por que no Santos ele só entrou em campo 7 minutos e segue fora por lesão na panturrilha?

1 milhão por mês… e quase nenhum retorno
O salário de R$ 1 milhão por mês pesa no orçamento do clube, enquanto o retorno em campo é praticamente zero. A diretoria já pensa em rescisão contratual, mas isso pode gerar ainda mais prejuízo, devido às cláusulas do contrato.

Quem errou nessa contratação?
A culpa é do planejamento do Santos. Trazer um jogador com histórico recente de lesões sem avaliação médica rigorosa mostra falta de critério e exposição a riscos desnecessários. Até agora, quem perdeu foi o clube — e o torcedor, que esperava reforço de peso.

Prejuízo à vista
O caso de Arão mostra como decisões precipitadas no mercado de transferências podem custar caro. O alerta é claro: clubes precisam analisar estado físico e histórico completo antes de fechar contratos milionários, evitando situações que mais parecem um investimento jogado fora.


Fontes:


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